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    <title>Vitor Freitas</title>
    <description>Prof. Vitor Sousa Freitas</description>
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      <title>Prof. Vitor Freitas publica artigo "A eficácia do direito humano e fundamental ao trabalho digno na América Latina em questão: entre a heterogeneidade do trabalho e a homogeneidade do direito"</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Revista Abya Yala 2021" title="Revista Abya Yala 2021" src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/cover_issue_2265_pt_BR.jpg?1640187650" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O artigo busca refletir sobre a eficácia do direito humano e fundamental ao trabalho digno na América Latina, a partir da aproximação entre categorias do pensamento descolonial e dos estudos críticos do direito, bem como da revisão da literatura sobre as especificidades do trabalho e do direito do trabalho neste continente. A pesquisa é de natureza teórica e foi realizada a partir de fontes bibliográficas dos campos do direito, da história, da sociologia e da economia, presente em livros e artigos de revistas científicas especializadas. O texto foi publicado no dossiê "Projeções para o Mundo do Trabalho no Século XXI", organizado pelo Grupo de Pesquisa Trabalho, Constituição e Cidadania (UNB) e pelo Colégio Latino Americano de Estudos Mundiais, que visa uma reflexão sobre o trabalho e as relações trabalhistas no contexto atual de avanço do neoliberalismo, de crescimento das desigualdades e de ascensão de autoritarismos políticos. &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://periodicos.unb.br/index.php/abya/article/view/36300"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 22 Dec 2021 12:40:18 -0300</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/149728-prof-vitor-freitas-publica-artigo-a-eficacia-do-direito-humano-e-fundamental-ao-trabalho-digno-na-america-latina-em-questao-entre-a-heterogeneidade-do-trabalho-e-a-homogeneidade-do-direito</link>
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      <title>A REFORMA DA PREVIDÊNCIA NÃO TRARÁ JUSTIÇA SOCIAL</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Entrevista concedida para a r&amp;aacute;dio universit&amp;aacute;ria, no dia 05 de julho de 2019, a respeito da proposta de reforma da previd&amp;ecirc;ncia que tramitava na C&amp;acirc;mara do Deputados.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.radio.ufg.br/n/118235-a-reforma-nao-trara-justica-social"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 26 Aug 2019 09:12:25 -0300</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/119517-a-reforma-da-previdencia-nao-trara-justica-social</link>
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      <title>A reforma trabalhista e a colonialidade do poder</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Texto publicado no s&amp;iacute;tio virtual Emp&amp;oacute;rio do Direito, analisando a reforma trabalhista a partir de uma perspectiva decolonial.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;h1 id="pf-title"&gt;A reforma trabalhista e a colonialidade do poder &amp;ndash; Por Vitor Sousa Freitas&lt;/h1&gt;
&lt;div id="pf-src"&gt;&lt;a id="pf-src-url" href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/"&gt;&lt;img id="pf-src-icon" src="https://s2.googleusercontent.com/s2/favicons?domain=emporiododireito.com.br" /&gt;&lt;strong&gt;emporiododireito.com.br&lt;/strong&gt;/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="pf-author"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="pf-date"&gt;set 6, 2017&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="js-pf-content pf-12" id="pf-content"&gt;&lt;img class="flex-width blockImage" src="https://pdf.printfriendly.com/camo/70ab7cd83d1d0baf6551606dfb26792811337e0d/687474703a2f2f656d706f72696f646f6469726569746f2e636f6d2e62722f6261636b75702f77702d636f6e74656e742f75706c6f6164732f323031372f30392f33303638363634313630305f663034353037343034355f6b2d65313530343633363336383435322d333236783233352e6a7067" /&gt;
&lt;div class="pf-content"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Por Vitor Sousa Freitas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;ndash; 06/09/2017&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para uma teoria decolonial dos direitos humanos, na acep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Jos&amp;eacute;-Manoel Barreto, &amp;eacute; preciso promover uma &amp;ldquo;cr&amp;iacute;tica da teoria euroc&amp;ecirc;ntrica; recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou reconhecimento da tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o-europeia; e promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma di&amp;aacute;logo cr&amp;iacute;tico entre as duas tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Com esse pressuposto, nos propomos explorar abordagens do pensamento decolonial para compreender as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de poder e de trabalho em nossa contemporaneidade e geograficidade especificamente latino-americana. Nesse sentido, valemo-nos das formula&amp;ccedil;&amp;otilde;es de An&amp;iacute;bal Quijano&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;em torno do conceito de colonialidade do poder para iniciar um debate sobre nossas atuais rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e sobre a recente &amp;ldquo;Reforma Trabalhista&amp;rdquo; (Lei n&amp;ordm; 13.467 de 13 de julho de 2017).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para esse autor, numa dada totalidade hist&amp;oacute;rico-social, os indiv&amp;iacute;duos disputam a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder por meio de processos de longa dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, heterog&amp;ecirc;neos, descont&amp;iacute;nuos e conflituosos centrados em uma malha de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o/domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o/conflito em torno do controle do trabalho, da natureza, do sexo, da subjetividade e da autoridade. No horizonte espaciotemporal capitalista mundial eurocentrado colonial moderno, o controle do trabalho &amp;eacute; um fator supremo no controle do poder, embora n&amp;atilde;o seja homog&amp;ecirc;neo e permanentemente determinante do car&amp;aacute;ter, do lugar e da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos outros meios na estrutura do poder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, n&amp;atilde;o se pode verificar uma homogeneidade hist&amp;oacute;rica para o trabalho, para o capital e para o capitalismo, que, embora coexistam, se articulam e combinam de modos variados. &amp;Eacute; imperioso reconhecer a coexist&amp;ecirc;ncia no mesmo espa&amp;ccedil;o-tempo do trabalho assalariado, da escravid&amp;atilde;o, das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho servil, da pequena produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadoria ou de servi&amp;ccedil;os, e de organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais igualit&amp;aacute;rias de trabalho, todas elas organizadas pelo capitalismo como fontes de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais-valia. Essa organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem por pressuposto uma divis&amp;atilde;o internacional do trabalho entre centro e periferia, na qual o trabalho perif&amp;eacute;rico &amp;eacute; organizado com formas autorit&amp;aacute;rias e coercivas e se caracteriza por ser demogr&amp;aacute;fica e geograficamente dominantes, embora a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial seja estruturalmente dominante. No centro, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, demogr&amp;aacute;fica e estruturalmente dominante, &amp;eacute; racialmente &amp;ldquo;branca&amp;rdquo;, enquanto na periferia, as diversas formas de trabalho s&amp;atilde;o racialmente &amp;ldquo;negras&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;mesti&amp;ccedil;as&amp;rdquo;, e, em todas, a dimens&amp;atilde;o de g&amp;ecirc;nero articula-se de modo diverso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante disso, Quijano constata que, no capitalismo mundial moderno colonial, os indiv&amp;iacute;duos s&amp;atilde;o classificados segundo tr&amp;ecirc;s linhas diferentes articuladas globalmente: trabalho, ra&amp;ccedil;a e g&amp;ecirc;nero. Esta articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o se estrutura em dois eixos sobre os quais atua a quest&amp;atilde;o racial: &amp;ldquo;o controle da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos de sobreviv&amp;ecirc;ncia social e o controle da reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o biol&amp;oacute;gica da esp&amp;eacute;cie&amp;rdquo;, institucionalizados como propriedade e em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dela&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn3" name="_ednref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;. O trabalho &amp;eacute; o meio central e permanente, articulado com as quest&amp;otilde;es, ou inst&amp;acirc;ncias, n&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nuas de ra&amp;ccedil;a e de g&amp;ecirc;nero, que ordena as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conflito no capitalismo mundial organizado em centro e periferia coloniais. Entretanto, a descontinuidade e heterogeneidade n&amp;atilde;o desqualifica o papel articulador da quest&amp;atilde;o da ra&amp;ccedil;a em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es do trabalho e do g&amp;ecirc;nero na ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do controle da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do sexo em virtude da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o apropriada na forma de propriedade. A racializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou interseccionalidade da ra&amp;ccedil;a em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao trabalho e ao g&amp;ecirc;nero, faz com que a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial seja globalmente a menos espalhada em termos geogr&amp;aacute;ficos e demogr&amp;aacute;ficos, bem como que o universo mundial do trabalho e dos trabalhadores tenha sentidos diversos e heterog&amp;ecirc;neos. Por consequ&amp;ecirc;ncia, as &amp;ldquo;classes sociais&amp;rdquo; n&amp;atilde;o se reduziram ao lugar dos indiv&amp;iacute;duos no controle do trabalho e dos seus produtos&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn4" name="_ednref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, no &amp;ldquo;eurocentro&amp;rdquo; dominam capitalistas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos assalariados, classes m&amp;eacute;dias, e camponeses independentes. Na &amp;ldquo;periferia&amp;rdquo;, os dominantes s&amp;atilde;o capitalistas tribut&amp;aacute;rios e/ou associados dependentes e os dominados s&amp;atilde;o escravos, servos, pequenos produtores mercantis independentes, assalariados, classes m&amp;eacute;dias, camponeses&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn5" name="_ednref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da&amp;iacute;, n&amp;atilde;o ser estranho ao capitalismo fen&amp;ocirc;menos como a escravid&amp;atilde;o rural contempor&amp;acirc;nea, como a que levou o Brasil &amp;agrave; condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela Corte Interamericana de Direitos Humanos em novembro de 2016&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn6" name="_ednref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;. Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho tidas como pr&amp;eacute;-capitalistas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o mais do que express&amp;atilde;o da manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da colonialidade do poder no sistema-mundo. A cr&amp;iacute;tica &amp;agrave; colonialidade/modernidade &amp;eacute; o que permite agora uma reconceitualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mundo do trabalho, em que certas divis&amp;otilde;es antes tidas por n&amp;atilde;o capitalistas deixavam de ser objeto de an&amp;aacute;lise de teorias econ&amp;ocirc;micas, sociol&amp;oacute;gicas e jur&amp;iacute;dicas euroc&amp;ecirc;ntricas, para passarem a ser consideradas componentes de modo de poder global/colonial/moderno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acres&amp;ccedil;a-se aqui a valiosa contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Teoria da Depend&amp;ecirc;ncia, de que s&amp;atilde;o expoentes Ruy Mauro Marini, Theot&amp;ocirc;nio dos Santos, V&amp;acirc;nia Bambirra e, mais recentemente, Carlos Eduardo Martins&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn7" name="_ednref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;, que ao aprofundarem a leitura de O Capital de Marx, desenvolvendo as teses sobre o movimento do capital no &amp;acirc;mbito circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e influenciados pelas teses das teorias sobre o moderno sistema-mundo &amp;ndash; referenciados, entre outros, em Immanuel Wallerstein e Andr&amp;eacute; Gunder Frank &amp;ndash; logram buscar explicar a espec&amp;iacute;fica realidade latino-americana em que as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o capitalistas se desenvolvem de modo perif&amp;eacute;rico, dependente, com tend&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; baixa composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o org&amp;acirc;nica do capital e por meio de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho superexploradoras. Para Ruy Mauro Marini a superexplora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho, por sua vez, se caracteriza por tr&amp;ecirc;s processos levados a cabo pelas burguesias nacionais olig&amp;aacute;rquicas e dependentes contra o proletariado, que poderiam atuar de forma conjugada ou isolada: 1) aumento da jornada de trabalho; 2) aumento da intensidade do trabalho; e 3) redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fundo de consumo do trabalhador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Superexplora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es salariais e utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de formas coercivas e autorit&amp;aacute;rias nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o salariais comp&amp;otilde;em a s&amp;iacute;ntese de um conjunto de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho para os quais um direito do trabalho inspirado em fontes euroc&amp;ecirc;ntricas, liberais e individualista de direitos humanos &amp;eacute; descontextualizado e incipiente ao buscar responder aos conflitos surgidos na nossa realidade s&amp;oacute;cio-hist&amp;oacute;rico-geogr&amp;aacute;fica espec&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o moderna do trabalho teve por espinha dorsal os direitos individuais dos trabalhadores, privativos de trabalhadores assalariados e vinculativos do Estado e das entidades empregadoras. Esses foram os primeiros direitos humanos reconhecidos internacionalmente, quando do nascimento da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional do Trabalho (OIT), em 1919, o que denota a centralidade do trabalho como fator articulador das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de poder na colonialidade/modernidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ocorre que, no &amp;acirc;mbito mesmo da OIT e das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas, as tens&amp;otilde;es da colonialidade se expressaram e dela resultaram v&amp;aacute;rias conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que as quest&amp;otilde;es da escravid&amp;atilde;o, da domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o racial e de g&amp;ecirc;nero s&amp;atilde;o tematizadas. N&amp;atilde;o obstante, a mesma OIT definiu como direitos fundamentais do trabalho (&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;core labour standards&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;) um conjunto baseado no bin&amp;ocirc;mio liberdade-igualdade e que cingem-se ao seguinte: 1) liberdade de trabalho (proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho for&amp;ccedil;ado e do trabalho infantil); 2) liberdade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva dos trabalhadores (liberdade sindical e contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva); e 3) n&amp;atilde;o-discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o no trabalho e no emprego&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn8" name="_ednref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;. Essa l&amp;oacute;gica pouco se altera na Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o Universal dos Direitos Humanos e no Pacto Internacional de Direitos Econ&amp;ocirc;micos, Sociais e Culturais. A todos eles, pode-se atribuir um car&amp;aacute;ter colonial, pelos seguintes fatores: 1) reproduzem o padr&amp;atilde;o colonial da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o capital-sal&amp;aacute;rio-trabalho como a &amp;uacute;nica existente e dizem respeito a essa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o; 2) deixam de reconhecer os tipos de trabalho praticados na periferia do sistema-mundo e que lhe s&amp;atilde;o igualmente constitutivos; 3) ignoram os fatores estruturantes de ra&amp;ccedil;a e g&amp;ecirc;nero que integram necessariamente as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais na modernidade/colonialidade&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn9" name="_ednref9"&gt;[9]&lt;/a&gt;; 4) tem um horizonte cultural e espaciotemporal restrito e dizem respeito somente a um modo de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades produtivas humanas; 5)s&amp;atilde;o ineficazes, pois ainda n&amp;atilde;o superado o problema da escravid&amp;atilde;o na contemporaneidade, e nem mesmo a desigualdade salarial e de jornada entre homens e mulheres, o que revela ainda que tais direitos foram apenas muito tardiamente reconhecidos, pois a escravid&amp;atilde;o e a desigualdade de g&amp;ecirc;nero nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho s&amp;atilde;o marcas indel&amp;eacute;veis da hist&amp;oacute;ria da periferia colonial&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn10" name="_ednref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como direitos de homens, brancos, eurocentrados, heterossexuais e de uma cultural hegem&amp;ocirc;nica, os direitos fundamentais do trabalho n&amp;atilde;o representam um padr&amp;atilde;o de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficiente e a primazia dos direitos individuais dos trabalhadores corresponde a uma divis&amp;atilde;o can&amp;ocirc;nica, para usar express&amp;atilde;o cunhada por C&amp;eacute;sar Augusto Baldi&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn11" name="_ednref11"&gt;[11]&lt;/a&gt;, dos direitos humanos em gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, em que os direitos civis e pol&amp;iacute;ticos prevalecem sobre direitos sociais, econ&amp;ocirc;micos e culturais, ou sobre outras gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es poss&amp;iacute;veis. Nem mesmo a constitucionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses direitos, sob um discurso social e democr&amp;aacute;tico, logrou romper com uma cultura de baixa intensidade de direitos humanos com vistas a superar essa vis&amp;atilde;o hegem&amp;ocirc;nica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, o sistema de regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho est&amp;aacute; estruturado a partir da Consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Leis do Trabalho, cujo texto pouco se alterou desde a promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o tendo sido objeto de uma teoria dos direitos humanos de maior intensidade. Nem mesmo a influ&amp;ecirc;ncia neoconstitucionalista conseguiu imprimir, depois de 1988, uma leitura em que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o fosse sobredeterminante da interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalhista. Contrariamente, essa, especialmente a CLT, &amp;eacute; que sobredetermina a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos tratados de direitos humanos, limitando seu alcance e indicando a preval&amp;ecirc;ncia de uma leitura liberal, legalista e limitada, em que a raz&amp;atilde;o de estado se sobrep&amp;otilde;e aos direitos humanos e em que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem mais fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o simb&amp;oacute;lica que normativa, mormente no que tange aos direitos sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, a reforma trabalhista recentemente aprovada, sob um golpe de estado que objetiva um avan&amp;ccedil;o mais acelerado do padr&amp;atilde;o neoliberal de acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o capitalista, facilita a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho n&amp;atilde;o-salariais, menos juridicamente protegidas, coercivas e autorit&amp;aacute;rias e fortalece o instrumental de superexplora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho em rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es salariais. Assim o faz, pelo menos, da seguinte maneira:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1) Primeiramente, pelo que n&amp;atilde;o fez, ou seja, promover uma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalhista no sentido de dar respostas &amp;agrave;s express&amp;otilde;es da colonialidade nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, a&amp;iacute; incluindo-se eventuais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais para, por exemplo, enfrentar a quest&amp;atilde;o da compet&amp;ecirc;ncia criminal da Justi&amp;ccedil;a do Trabalho, visando trazer para a esfera do sistema de justi&amp;ccedil;a trabalhista a apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos crimes de&amp;nbsp; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o an&amp;aacute;loga &amp;agrave; de escravo, tr&amp;aacute;fico de pessoas, maus-tratos, e demais crimes contra a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho. &amp;Eacute; de se questionar o motivo de mesmo os projetos de desenvolvimento que ganharam espa&amp;ccedil;o na Am&amp;eacute;rica Latina entre o fim dos anos 1990 e in&amp;iacute;cio dos anos 2000, com especial &amp;ecirc;nfase para o Brasil, n&amp;atilde;o terem se ocupado de alterar a estrutura dessa legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que sobreviveu a ditaduras, &amp;agrave; primeira onda neoliberal do continente e aos planos neodesenvolvimentistas dos governos de centro-esquerda. Mais recentemente, foi na Venezuela onde se promulgou uma mais avan&amp;ccedil;ada &amp;ldquo;Lei Org&amp;acirc;nica do Trabalho, dos Trabalhadores e das Trabalhadoras&amp;rdquo;, que merece mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do juslaboralismo brasileiro, e que pode ter importante rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a crise atualmente vivida por aquele Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2) Em segundo lugar, pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do patamar m&amp;iacute;nimo de direitos para os trabalhadores assalariados no geral, entre outros, pelo seguinte: cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego prec&amp;aacute;ria denominada de &amp;ldquo;trabalho intermitente&amp;rdquo; (que ademais desconfigura os crit&amp;eacute;rios consolidados de caracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica de emprego, especialmente quanto &amp;agrave; pessoalidade e n&amp;atilde;o-eventualidade); obst&amp;aacute;culos &amp;agrave; caracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grupo econ&amp;ocirc;mico e rompimento com a regra de solidariedade empresarial; supress&amp;atilde;o das horas&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;in itinere&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;; elis&amp;atilde;o do pagamento de horas-extras por meio da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada para o contrato de trabalho por tempo parcial com possibilidade de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada extraordin&amp;aacute;ria; autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada em escala de 12/36; dispensa de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para jornada suplementar em trabalho insalubre; dispensa do pagamento integral de intervalo intrajornada suprimido; n&amp;atilde;o previs&amp;atilde;o de pagamento de horas-extras para o teletrabalho; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de verbas trabalhistas integrantes da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o; preval&amp;ecirc;ncia de regras negociadas em acordos ou conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas sobre regras legais; paradoxal previs&amp;atilde;o de trabalho aut&amp;ocirc;nomo subordinado e n&amp;atilde;o-eventual!; facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalhador por dano moral contra a empresa; desqualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regras sobre dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e intervalos como normas de sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a no trabalho; facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da demiss&amp;atilde;o em massa; previs&amp;atilde;o de plano de desligamento volunt&amp;aacute;rio; viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao princ&amp;iacute;pio da ubiquidade ao autorizar o estabelecimento de cl&amp;aacute;usula compromiss&amp;oacute;ria de arbitragem para trabalhadores com maior remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e curso superior; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comiss&amp;atilde;o de representantes como modo de enfraquecimento da atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical; facultatividade da contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obst&amp;aacute;culos &amp;agrave; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de s&amp;uacute;mulas por parte do Tribunal Superior do Trabalho; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obst&amp;aacute;culos &amp;agrave; concess&amp;atilde;o dos benef&amp;iacute;cios da justi&amp;ccedil;a gratuita; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de facilidade para condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalhador ao pagamento de honor&amp;aacute;rios periciais e de sucumb&amp;ecirc;ncia; exig&amp;ecirc;ncia de mais formalidades para a peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial trabalhista e facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo sem resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;eacute;rito pelo juiz; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obst&amp;aacute;culos t&amp;aacute;citos ao direito de postula&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta pelo trabalhador (mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;jus postulandi&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;); facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores por litig&amp;acirc;ncia de m&amp;aacute;-f&amp;eacute; como parte ou testemunha; proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desist&amp;ecirc;ncia da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo reclamante depois de oferecida contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidades ao reclamante que n&amp;atilde;o comparecer &amp;agrave; audi&amp;ecirc;ncia inaugural e vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da propositura de nova demanda ao pagamento de custas da demanda anterior; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obst&amp;aacute;culos &amp;agrave; declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de revelia do reclamado; possibilidade de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acordo judicial sem realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de audi&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3) Embora aprovado anteriormente &amp;agrave; reforma, legaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Lei 13.429, de 31 de mar&amp;ccedil;o de 2017) e elis&amp;atilde;o da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego de pessoas f&amp;iacute;sicas ou jur&amp;iacute;dicas prestadoras de servi&amp;ccedil;os em sal&amp;otilde;es de beleza (legaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesse setor da economia, com forte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o feminina e LGBTQI+, por meio da Lei 13.352, de 27 de outubro de 2016);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4) Mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que o juslaboralismo define como &amp;ldquo;princ&amp;iacute;pio da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, assim como da presun&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa da hipossufici&amp;ecirc;ncia dos trabalhadores no contrato de trabalho;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5) Tend&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho, com redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es assalariadas aumento da jornada de trabalho, facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aumento da intensidade do trabalho, e redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fundo de consumo do trabalhador (de que &amp;eacute; mecanismo a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos sociais);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6) Expans&amp;atilde;o de formas n&amp;atilde;o-salariais de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como, por exemplo, contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de microempreendedores individuais, aut&amp;ocirc;nomos, cooperativas, para fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes exercidas por trabalhadores assalariados;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7) Delet&amp;eacute;rios efeitos sobre a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o negra, trabalhadores rurais, trabalhadores dom&amp;eacute;sticos, trabalhadores em atividades extrativistas, mulheres, comunidades tradicionais, e migrantes, todos historicamente submetidos a rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es prec&amp;aacute;rias de trabalho subordinado, indicando o acirramento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es coloniais de trabalho no Pa&amp;iacute;s&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn12" name="_ednref12"&gt;[12]&lt;/a&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8) Amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do efeito meramente simb&amp;oacute;lico das t&amp;iacute;midas normas antidiscriminat&amp;oacute;rias sobre as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, ainda que a reforma tenha feito expressa men&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o racial, somando-se ao j&amp;aacute; previsto a respeito da discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra as mulheres nos contratos de trabalho&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn13" name="_ednref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;9) Retirada de prerrogativas dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalho e do judici&amp;aacute;rio trabalhista, o que tendencialmente somar-se-&amp;aacute; &amp;agrave; flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das leis trabalhistas e desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho para mitigar o pr&amp;oacute;prio sistema de justi&amp;ccedil;a e interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o estatal nessas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10) Impacto direto na arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de previd&amp;ecirc;ncia, pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de trabalhadores assalariados e prec&amp;aacute;ria fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de outros segurados, especialmente dos trabalhadores aut&amp;ocirc;nomos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;11) Consequente impacto na frui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outros direitos sociais al&amp;eacute;m daqueles diretamente ligados ao direito ao trabalho, porque dele dependentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vozes que afirmam a necessidade de modernizar as leis trabalhistas conforme demandas da acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o flex&amp;iacute;vel ignoram que deste lado do Atl&amp;acirc;ntico a flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das leis do trabalho n&amp;atilde;o se faz acompanhar de medidas como a renda b&amp;aacute;sica universal&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_edn14" name="_ednref14"&gt;[14]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;em teste na Finl&amp;acirc;ndia, mas sim de maior empobrecimento e amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o/domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, ampliar direitos trabalhistas dentro do padr&amp;atilde;o moderno euroc&amp;ecirc;ntrico colonial n&amp;atilde;o conduz a uma interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o na articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalho-ra&amp;ccedil;a-g&amp;ecirc;nero. Por outro lado, tampouco os direitos necess&amp;aacute;rios para atacar a heran&amp;ccedil;a racista e patriarcal de nossa hist&amp;oacute;ria podem ser obtidos ou tornados eficazes sem que as demandas em torno de g&amp;ecirc;nero, ra&amp;ccedil;a, sexualidade, cultura, territ&amp;oacute;rio, etc., sejam articuladas com a quest&amp;atilde;o do trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, consideramos que a descoloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos humanos ou direitos fundamentais do trabalho &amp;eacute; uma tarefa urgente e ampla. Ela precisa dar voz a sujeitos que no mundo todo e cotidianamente constroem sua realidade e suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es por meio de seu trabalho, realizado sob heterog&amp;ecirc;neas formas.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Notas e Refer&amp;ecirc;ncias:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Vide&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;BARRETO, Jos&amp;eacute;-Manuel.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Human Rights from a Third World Perspective&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Critique, History and International Law. Newcastle Upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2012, e tamb&amp;eacute;m BARRETO, Jos&amp;eacute;-Manuel. A conquista da Am&amp;eacute;rica como centro da hist&amp;oacute;ria (Entrevista). In:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Revista do Instituto Humanitas UNISINOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. n. 431. Novembro de 2013. Dispon&amp;iacute;vel em: &amp;lt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/5257-jose-manuel-barreto"&gt;http://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/5257-jose-manuel-barreto&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em maio de 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;QUIJANO, An&amp;iacute;bal. Colonialidade do poder e classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. In: SANTOS, Boaventura de Sousa. MENESES, Maria Paula (Org.).&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Epistemologias do Sul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Coimbra: Almedina, 2009. p. 73-116.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref3" name="_edn3"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Idem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;ibidem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, p. 101.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref4" name="_edn4"&gt;[4]&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Idem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;ibidem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, p. 101; 110.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref5" name="_edn5"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Idem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;ibidem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, p. 110.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref6" name="_edn6"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Vide&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/brasil-e-condenado-pela-corte-interamericana-de-direitos-humanos-por-trabalho-escravo/"&gt;http://emporiododireito.com.br/brasil-e-condenado-pela-corte-interamericana-de-direitos-humanos-por-trabalho-escravo/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref7" name="_edn7"&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Especialmente, deste autor indicamos &amp;ldquo;Globaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Depend&amp;ecirc;ncia e Neoliberalismo na Am&amp;eacute;rica Latina&amp;rdquo;, publicado pela Editora Boitempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref8" name="_edn8"&gt;[8]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cf. MOREIRA, Vital.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Trabalho Digno para Todos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Cl&amp;aacute;usula Laboral no com&amp;eacute;rcio externo da Uni&amp;atilde;o Europeia. Coimbra: Coimbra Editora, 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref9" name="_edn9"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Sobre o assunto, especialmente da interseccionalidade corporificada pelas trabalhadoras negras:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dmtemdebate.com.br/permanencia-e-mudancas-mulheres-negras-no-trabalho/"&gt;http://www.dmtemdebate.com.br/permanencia-e-mudancas-mulheres-negras-no-trabalho/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref10" name="_edn10"&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Sobre as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de g&amp;ecirc;nero, ra&amp;ccedil;a e direitos humanos, vide BALDI, C&amp;eacute;sar Augusto.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;At&amp;eacute; quando a teoria cr&amp;iacute;tica dos direitos humanos vai continuar ignorando ra&amp;ccedil;a e g&amp;ecirc;nero?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. In: Emp&amp;oacute;rio do Direito. Fevereiro de 2017. &amp;lt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/tag/cesar-augusto-baldi/"&gt;http://emporiododireito.com.br/tag/cesar-augusto-baldi/&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em maio de 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref11" name="_edn11"&gt;[11]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cf. BALDI, C&amp;eacute;sar Augusto. Descolonizando o Ensino de Direitos Humanos?.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Hendu &amp;ndash; Revista Latino-Americana de Direitos Humanos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. v. 5. n. 1, p. 8-18, nov. 2014. Dispon&amp;iacute;vel em: &amp;lt;&lt;a href="http://periodicos.ufpa.br/index.php/hendu/article/view/1913"&gt;http://periodicos.ufpa.br/index.php/hendu/article/view/1913&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em maio de 2017. Do mesmo autor:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Nosso norte &amp;eacute; o Sul: nova agenda de direitos humanos?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. In: Emp&amp;oacute;rio do Direito. Julho de 2016. Dispon&amp;iacute;vel em:&amp;lt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/nosso-norte-e-o-sul/"&gt;http://emporiododireito.com.br/nosso-norte-e-o-sul/&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em maio de 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref12" name="_edn12"&gt;[12]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cf.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.valor.com.br/brasil/4987294/ibgetotal-de-trabalhadores-com-carteira-assinada-e-o-menor-desde-2012"&gt;http://www.valor.com.br/brasil/4987294/ibgetotal-de-trabalhadores-com-carteira-assinada-e-o-menor-desde-2012&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref13" name="_edn13"&gt;[13]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Sobre as desigualdades raciais e de g&amp;ecirc;nero nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalhos:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/160309_nt_24_mulher_trabalho_marco_2016.pdf"&gt;http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/160309_nt_24_mulher_trabalho_marco_2016.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/#_ednref14" name="_edn14"&gt;[14]&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cf.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38489876"&gt;http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38489876&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://emporiododireito.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Vitor-Sousa-Freitas.png"&gt;&lt;img class="wp-image-87745 alignleft flex-width mediumImage" src="https://pdf.printfriendly.com/camo/30c2a9acd05c23aa7d9b9eee40ea16545a9d38eb/687474703a2f2f656d706f72696f646f6469726569746f2e636f6d2e62722f77702d636f6e74656e742f75706c6f6164732f323031372f30392f5669746f722d536f7573612d467265697461732e706e67" sizes="(max-width: 113px) 100vw, 113px" srcset="" alt="Vitor Sousa Freitas" width="113" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="text-node"&gt;Vitor Sousa Freitas &amp;eacute; professor de Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho e Pr&amp;aacute;tica Jur&amp;iacute;dica Trabalhista da Universidade Federal de Goi&amp;aacute;s (UFG). Bacharel e Mestre em Direito pela UFG. Atualmente &amp;eacute; Coordenador da regional centro-oeste da Rede para o Constitucionalismo Democr&amp;aacute;tico Latino-americano no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Imagem Ilustrativa do Post: The boss is gone // Foto de: jacme31 // Sem altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dispon&amp;iacute;vel em:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.flickr.com/photos/jacme31/30686641600"&gt;https://www.flickr.com/photos/jacme31/30686641600&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Licen&amp;ccedil;a de uso:&amp;nbsp;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode"&gt;http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-node"&gt;O texto &amp;eacute; de responsabilidade exclusiva do autor, n&amp;atilde;o representando, necessariamente, a opini&amp;atilde;o ou posicionamento do Emp&amp;oacute;rio do Direito.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="http://emporiododireito.com.br/backup/a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder-por-vitor-sousa-freitas/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 Dec 2017 10:30:24 -0200</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/102698-a-reforma-trabalhista-e-a-colonialidade-do-poder</link>
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    </item>
    <item>
      <title>2ª Atividade Avaliativa da disciplina Direito do Trabalho II</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logomarca UFG" title="Logomarca UFG" src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Marca_Vertical_01.jpg?1386074361" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/2%C2%AA_avalia%C3%A7%C3%A3o.pdf" target="_blank"&gt;2&amp;ordf; Atividade avaliativa da disciplina Direito do Trabalho II. Acesse aqui o documento com o enunciado das quest&amp;otilde;es.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 08 Dec 2014 22:30:50 -0200</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/77513-2-atividade-avaliativa-da-disciplina-direito-do-trabalho-ii</link>
      <guid>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/77513-2-atividade-avaliativa-da-disciplina-direito-do-trabalho-ii</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/2%C2%AA_avalia%C3%A7%C3%A3o.pdf?1418084997" length="286682" type="application/pdf"/>
    </item>
    <item>
      <title>Atividade Avaliativa para a disciplina Direitos Humanos, Movimentos Sociais e Democracia.</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logomarca UFG" title="Logomarca UFG" src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Marca_Vertical_01.jpg?1386074361" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Acesse aqui as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOI&amp;Aacute;S&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr" style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;REGIONAL GOI&amp;Aacute;S &amp;ndash; CURSO DE DIREITO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr" style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;DIREITOS HUMANOS, MOVIMENTOS SOCIAIS E DEMOCRACIA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Docentes respons&amp;aacute;veis:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Prof. Dr. Alexandre Aguiar dos Santos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Profa. Ma. Edma Jos&amp;eacute; Reis&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Prof. Me. Vitor Sousa Freitas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;Atividade avaliativa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Nobres estudantes, conforme j&amp;aacute; informado em sala, nossa atividade avaliativa consistir&amp;aacute; na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um trabalho art&amp;iacute;stico por meio da fotografia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Os discentes dever&amp;atilde;o registrar imagens que simbolizem, traduzam, exemplifiquem, expressem temas discutidos na disciplina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Al&amp;eacute;m do registro fotogr&amp;aacute;fico, voc&amp;ecirc;s dever&amp;atilde;o desenvolver legenda para as fotografias, por meio da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de texto que explique para o interlocutor a proposta da fotografia e sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a tem&amp;aacute;tica discutida. Aqui tamb&amp;eacute;m poder&amp;atilde;o ser citados dispositivos normativos previstos em documentos nacionais e internacionais de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o a direitos humanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;As fotos poder&amp;atilde;o ser tiradas com c&amp;acirc;meras comuns, de celulares, tablets, ou profissionais e dever&amp;atilde;o registrar direitos humanos, movimentos sociais e pr&amp;aacute;ticas democr&amp;aacute;ticas no cotidiano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;As fotografias poder&amp;atilde;o, sugestivamente, trabalhar os seguintes temas ou direitos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Acesso &amp;agrave; justi&amp;ccedil;a&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Crian&amp;ccedil;as, adolescentes e jovens&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Pessoas com defici&amp;ecirc;ncia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Minorias e grupos vulner&amp;aacute;veis&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Idosos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Mulheres&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Meio ambiente&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Direitos coletivos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Povos ind&amp;iacute;genas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Quilombolas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Sa&amp;uacute;de, previd&amp;ecirc;ncia e assist&amp;ecirc;ncia social&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Direito humanit&amp;aacute;rio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao trabalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Cultura&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e direitos pol&amp;iacute;ticos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Campesinato&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Terra, territ&amp;oacute;rio e reforma agr&amp;aacute;ria&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao conhecimento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Direito &amp;agrave; cidade e reforma urbana&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Refugiados e ap&amp;aacute;tridas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Anti-terrorismo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Direitos individuais cl&amp;aacute;ssicos e novos direitos individuais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Al&amp;eacute;m dos textos trabalhados na disciplina, poder&amp;aacute; servir de refer&amp;ecirc;ncia, como j&amp;aacute; apontado, o conjunto de documentos normativos de direitos humanos. A maior parte deles est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel no Mini-c&amp;oacute;digo de Direitos Humanos sistematizado e publicado pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Direitos &amp;nbsp;Humanos Pesquisa e P&amp;oacute;s-Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ANDHEP): http://www.andhep.org.br/images/downloads/publicacoes/minicodigo2010.pdf&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Abaixo, seguem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;T&amp;iacute;tulo da exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Direitos humanos no cotidiano&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Local da exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Edif&amp;iacute;cio sede da Regional Goi&amp;aacute;s&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o virtual: ser&amp;aacute; criado s&amp;iacute;tio virtual para esse fim espec&amp;iacute;fico&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Tem&amp;aacute;tica: Direitos Humanos, Movimentos Sociais e Democracia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Os estudantes dever&amp;atilde;o apresentar as fotografias em documento eletr&amp;ocirc;nicos nos formatos &amp;ldquo;jpeg&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;png&amp;rdquo; e em meio f&amp;iacute;sico, em papel fotogr&amp;aacute;fico, com dimens&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de &lt;/span&gt;&lt;span&gt;10,2 cm x 15,2 cm afixadas em cartolina de cor preta para fins de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em diferentes plataformas. As imagens dever&amp;atilde;o vir acompanhadas de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na forma seguinte: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Nome da imagem:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Tem&amp;aacute;tica:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Autor(es):&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Data:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Tipo de c&amp;acirc;mera:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;T&amp;eacute;cnica de impress&amp;atilde;o:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Dimens&amp;otilde;es:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Local onde foram tomadas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O trabalho poder&amp;aacute; ser feito em dupla. Cada estudante ou dupla dever&amp;atilde;o apresentar no m&amp;iacute;nimo tr&amp;ecirc;s fotografias. Reitere-se, elas dever&amp;atilde;o vir acompanhadas de um texto que reflita sobre as imagens. Reitere-se tamb&amp;eacute;m que as fotografias dever&amp;atilde;o ser feitas pelos pr&amp;oacute;prios estudantes e n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o admitidas imagens produzidas por terceiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Alerta-se para o fato de que as fotografias em que seja poss&amp;iacute;vel identificar pessoas dever&amp;atilde;o ter autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mesmas para serem publicadas, em virtude da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito humano &amp;agrave; imagem. Caso n&amp;atilde;o seja poss&amp;iacute;vel obter autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os elementos identificadores (rosto, roupa, etc.) dever&amp;atilde;o ser borrados, esfuma&amp;ccedil;ados, enfim, desidentificados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;O prazo de entrega &amp;eacute; dia 12 de dezembro de 2014.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2014 22:33:48 -0200</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/77442-atividade-avaliativa-para-a-disciplina-direitos-humanos-movimentos-sociais-e-democracia</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Solicitação de vaga para viagem para o IV Congresso Internacional Constitucionalismo e Democracia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner Rede " title="Banner Rede " src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/LogoRede2014_1.png?1395154592" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Interessados em ir ao IV Congresso Internacional Constitucionalismo e Democracia dever&amp;atilde;o preencher o formul&amp;aacute;rio&amp;nbsp;dispon&amp;iacute;vel nesse link&amp;nbsp;e, posteriormente, comprovar efetiva inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no evento. Este ocorrer&amp;aacute; na Universidade Federal da Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Latino-americana, entre os dias 26 e 29 de novembro. A universidade se localiza dentro da &amp;aacute;rea da Usina Hidrel&amp;eacute;trica de Itaipu, que conta com um rigoroso controle de acesso, sendo que s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ingressar no campus quem estiver na listagem de inscritos.&lt;br /&gt;A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o parte de Goi&amp;aacute;s no dia 25 e retorna no dia 30 de novembro. O n&amp;uacute;mero de vagas &amp;eacute; limitado e as solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o recebidas at&amp;eacute; o dia 21 de novembro.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://docs.google.com/forms/d/1UA7RMCA2Y4Rx6dD8RXEyKpCb97z1qdRCZvxVbOFHf9U/viewform?usp=send_form"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 03 Nov 2014 11:09:25 -0200</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/76254-solicitacao-de-vaga-para-viagem-para-o-iv-congresso-internacional-constitucionalismo-e-democracia</link>
      <guid>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/76254-solicitacao-de-vaga-para-viagem-para-o-iv-congresso-internacional-constitucionalismo-e-democracia</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Abertas as inscrições para o IV Congresso Internacional Constitucionalismo e Democracia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner Rede " title="Banner Rede " src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/LogoRede2014_1.png?1395154592" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Iniciam-se hoje, dia 1&amp;ordm; de setembro de 2014, as inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es para participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de teses e p&amp;ocirc;steres para o IV Congresso Internacional Constitucionalismo e Democracia: O Novo Constitucionalismo Latino-Americano - Socioambientalismo Interculturalidade e Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Latino-Americana para o Bem Viver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Congresso ocorrer&amp;aacute; entre os dias 26 e 29 de novembro em Foz do Igua&amp;ccedil;u-PR, sendo organizado pela Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica do Paran&amp;aacute; (PUC-PR) e pela Universidade Federal da Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Latino-americana (UNILA), que sediar&amp;aacute; o evento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para maiores informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, clique aqui.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://constitucionalismodemocratico.direito.ufg.br/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Sep 2014 19:56:33 -0300</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/73633-abertas-as-inscricoes-para-o-iv-congresso-internacional-constitucionalismo-e-democracia</link>
      <guid>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/73633-abertas-as-inscricoes-para-o-iv-congresso-internacional-constitucionalismo-e-democracia</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Seleção de monitores - 2014/2</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner monitoria RCG" title="Banner monitoria RCG" src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/banner_monitoria2.png?1408984425" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/EDITAL_MONITORIA_RCG_2014.2.pdf" target="_blank"&gt;:. Edital 02/2014 Monitoria/RCG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/1pI1tFQD2JCzkAY-0ujqiRC4KUxyb1fTS6OAmCSmgEHs/viewform" target="_blank"&gt;:. Formul&amp;aacute;rio de Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Monitoria_DIREITO_-_2014-2.pdf" target="_blank"&gt;:. Crit&amp;eacute;rios de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o curso de Direito&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;*Pontos para a prova de Direito Penal III:&lt;br /&gt;- Dos crimes contra a vida&lt;br /&gt;- Das les&amp;otilde;es corporais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://monitoria.prograd.ufg.br/" target="_blank"&gt;:. P&amp;aacute;gina do Programa de Monitoria da UFG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Homologa%C3%A7%C3%A3o_das_inscri%C3%A7%C3%B5es_direito_2014-2.pdf" target="_blank"&gt;:. Homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es - Curso de Direito&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Homologa%C3%A7%C3%A3o_das_inscri%C3%A7%C3%B5es_educa%C3%A7%C3%A3o_no_campo__filosofia__servico_social_2014-2.pdf" target="_blank"&gt;:. Homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es - Cursos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Campos, Filosofia (Licenciatura), Servi&amp;ccedil;o Social&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;:. Hor&amp;aacute;rio de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de provas escritas - Curso de Direito:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Sociologia Jur&amp;iacute;dica: Dia 05.09.2014, &amp;agrave;s 14h&lt;br /&gt;Hermen&amp;ecirc;utica Jur&amp;iacute;dica e Direito Intertemporal: Dia 03.09.2014, &amp;agrave;s 14h&lt;br /&gt;Direito Penal I: Dia 05.09.2014, &amp;agrave;s 9h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Resultado_LEDOC.pdf" target="_blank"&gt;:. Resultado da sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Curso de Licenciatura em Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Campo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Resultado_preliminar_direito.pdf"&gt;:. Resultado preliminar da sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Curso de Direito&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;:. Orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos estudantes aprovados:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;I - entregarem na Secretaria de seus respectivos cursos 4 (quatro) vias preenchidas do Termo de Compromisso pertinente &amp;agrave; modalidade de bolsa para o qual o estudante foi selecionado (dispon&amp;iacute;vel no endere&amp;ccedil;o eletr&amp;ocirc;nico http://monitoria.prograd.ufg.br/pages/49369-formularios-diversos), acompanhadas de comprovante das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es banc&amp;aacute;rias (banco, ag&amp;ecirc;ncia, n&amp;ordm;. da conta), para aqueles selecionados para monitoria remunerada, juntamente com c&amp;oacute;pia de RG e CPF. Ressalta-se que a bolsa pode ser depositada em conta corrente de qualquer banco, mas apenas em conta poupan&amp;ccedil;a da Caixa Econ&amp;ocirc;mica Federal. Aqueles aprovados para mais de uma vaga dever&amp;atilde;o optar por apenas uma delas;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;II - participarem de reuni&amp;atilde;o promovida pela Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o Geral de Monitoria da Regional, para a qual tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o convocados os professores-orientadores, que se realizar&amp;aacute; em data a ser definida oportunamente e cuja pauta &amp;eacute; a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras e esclarecimentos sobre o Programa de Monitoria;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;III - realizarem treinamento, a ser coordenado pela Comiss&amp;atilde;o Institucional de Monitoria da UFG e cuja realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o se dar&amp;aacute; em per&amp;iacute;odo a ser por ela definido, sendo que o treinamento &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o imprescind&amp;iacute;vel para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estudantes no Programa de Monitoria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 25 Aug 2014 13:37:12 -0300</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/73244-selecao-de-monitores-2014-2</link>
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    </item>
    <item>
      <title>monitoria</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://docs.google.com/forms/d/1pI1tFQD2JCzkAY-0ujqiRC4KUxyb1fTS6OAmCSmgEHs/viewform"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 19 Aug 2014 00:07:59 -0300</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/72984-monitoria</link>
      <guid>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/72984-monitoria</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Edital de Seleção de estudantes bolsistas e voluntários para o projeto de extensão "Grupo de Assessoria Jurídica Universitária Popular"</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="gajup" title="gajup" src="http://vitorfreitas.goias.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/logo_gajup_inicial.png?1403539487" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ser&amp;atilde;o selecionados um estudantes bolsista de extens&amp;atilde;o (PROBEC) e at&amp;eacute; cinco estudantes volunt&amp;aacute;rios de extens&amp;atilde;o (PROVEC). Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; o dia 24 de junho de 2014&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 100%;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #ffcc99;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/EDITAL_-_GAJUP_(1).pdf"&gt;&lt;img style="width: 28px; height: 24px;" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/logo_pdf.png" alt="PDF icon" width="800" height="700" /&gt;Edital de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(preliminar)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Cronograma&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;24/06 - Final do prazo para Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;25/06 - Realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es (Prova escrita e Entrevista);&lt;br /&gt;26/06 - Divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Resultado.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #ffcc99;"&gt;&lt;strong&gt;Textos para Prova Escrita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;1.&amp;nbsp;&lt;a href="https://drive.google.com/file/d/0B3JzSn7O4M9WWjV4MDh0UjBXLVU/edit?usp=sharing" target="_blank"&gt;Cap&amp;iacute;tulo: Marxismo e Direitos Humanos &amp;ndash; Istv&amp;aacute;n M&amp;eacute;sz&amp;aacute;ros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MESZAROS, Istvan. Filosofia, ideologia e ci&amp;ecirc;ncia social &amp;ndash; S&amp;atilde;o Paulo: Boitempo, 2008. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2. &lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Livro_P_Freire_Extensao_ou_Comunicacao_1_.pdf" target="_blank"&gt;Extens&amp;atilde;o ou Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; Paulo Freire&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/EDITAL_-_GAJUP_(1).pdf"&gt;&lt;img style="width: 25px; height: 22px;" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/logo_pdf.png" alt="PDF icon" width="800" height="700" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;FREIRE, Paulo. Extens&amp;atilde;o ou comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. 10&amp;ordf; Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. &lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Disserta%C3%A7%C3%A3o-Vladimir.pdf" target="_blank"&gt;Cap&amp;iacute;tulo 3: A assessoria jur&amp;iacute;dica popular no Brasil: paradoxos, legado e &lt;/a&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/Disserta%C3%A7%C3%A3o-Vladimir.pdf" target="_blank"&gt;perspectivas. &amp;ndash; Vladimir de Carvalho Luz&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/EDITAL_-_GAJUP_(1).pdf"&gt;&lt;img style="width: 27px; height: 24px;" src="//files.cercomp.ufg.br/weby/up/662/o/logo_pdf.png" alt="PDF icon" width="800" height="700" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;Disserta&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Assessoria Jur&amp;iacute;dica Popular no Brasil. Vladimir de Carvalho Luz.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Jun 2014 13:36:45 -0300</pubDate>
      <link>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/70735-edital-de-selecao-de-estudantes-bolsistas-e-voluntarios-para-o-projeto-de-extensao-grupo-de-assessoria-juridica-universitaria-popular</link>
      <guid>https://vitorfreitas.goias.ufg.br/n/70735-edital-de-selecao-de-estudantes-bolsistas-e-voluntarios-para-o-projeto-de-extensao-grupo-de-assessoria-juridica-universitaria-popular</guid>
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